Total de visualizações de página

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

O extermínio de índios guaranis

Vivi na região de Dourados durante minha adolescência, foi uma experiência fabulosa. Contanto, uma coisa sempre foi incômoda: a maneira como os índios eram tratados. Eles, antigos donos das flechas, antigos habitantes do lugar sem serem donos. O avanço do "agronegócio" foi confinando os índios a territórios cada vez menores. Afora a chegada das igrejas evangélicas, o que de certa maneira, descaracterizou as aldeias. As ricas "terras roxas" da região são fruto de cobiça. MS se torna uma grande fazenda de multinacionais e de latifúndios que se "justificam" pelas receitas de exportação. Mesmo o último grande projeto (engodo) político do país, representado pelo PT e personalizado por Lula e continuado por Dilma não se sensibilizou com a concentração e "alienação" das terras brasileiras às grandes multinacionais, muitas delas, patrocinadoras da campanha do "Partido dos Trabalhadores". Se não poderíamos contar com o pSSdb, não podemos fazê-lo com o PT. As políticas de redistribuição e desconcentração da terra viraram letra morta. A FUNAI é omissa e a bancada ruralista troca seus votos e privilégios pela covardia e interesses do governo federal. Aos índios resta a terra dos SETE PALMOS da morada eterna. O seguinte documentário é interessante. O genocídio prossegue. Se fosse sobre judeus, já teria ganho OSCAR, mas...

Nenhum comentário:

Postar um comentário